domingo, 27 de março de 2016

Entrevista de Bruno de Carvalho ao jornal A Bola


Bruno de Carvalho deu uma entrevista ao jornal A Bola em género de balanço de 3 anos de liderança do Leão. Não que ele goste de fazer estes balanços porque dá a ideia de que se está satisfeito com o que já se fez mas mesmo assim concorda em avaliar o melhor e o pior.
No fundo fica a certeza de que haverá uma recandidatura á presidência do Sporting até porque o nosso Clube precisa de estabilidade.

Bruno mudou neste tempo curto de 3 anos o que pensavam do Sporting. Travou muitas batalhas e diz que ainda vai travar mais frentes de trabalho pois ele ainda não acabou e o que está feito deu imenso trabalho.
São 3 anos em que se trabalhou muito e onde , naturalmente, existem altos e baixos ...como em tudo.
De um Clube falido para um Clube respeitado, com uma comunicação muito criticada, Bruno diz que não se cansará de combater os problemas do futebol e sobretudo para conseguir colocar o nosso Clube de onde nunca deveria ter saído.
O Clube voltou a ter um presidente que gosta de todas as modalidades, que elas triunfem e que por isso terá o Pavilhão João Rocha que será também a sua grande obra no Sporting tirando o orgulho que os sportinguistas reconquistaram.
A reestruturação financeira permitiu ao Sporting reduzir o seu passivo e de ter a sua autonomia pessoal, a Sporting TV nasceu depois de outros o terem pensado mas não concretizado, o Pavilhão será uma realidade em Março de 2017 e a aposta maior é no futebol que aos poucos terão os seus títulos com a ajuda de Jorge Jesus que chega ao Sporting vindo do rival.
E Jorge Jesus veio agitar mais as águas e se dantes as criticas se dividiam entre os rivais , agora cingem-se ao rival de sempre. Foi como que uma guerra que começou naquele momento mas Bruno nunca deixou de apoiar o seu treinador.
A aposta num treinador que acordasse o Leão foi com sucesso mesmo que não se consiga chegar ao titulo e afirma , mesmo que : " Ganhar ou não nada é coloca em causa". Até porque a juntar á Taça de Portugal, também já temos uma Supertaça.
O nosso Estádio voltou a ser um vulcão e Bruno já tem as melhores 3 médias de assistências da nossa casa: (31.046 em 2013/14-- 30.916 em 2014/15-- 35.915 em 2015/16), nunca tivemos tantos sócios e a marca Sporting expandiu-se pelos 5 continentes abrindo Academias e divulgando o nosso Know-How.
Claro que existem maus momentos e esses são o falhanço para a Champions e a não conquista de 14 milhões de euros, o processo Doyen(apesar do recurso ainda não estar decidido)e o ter que pagar os mesmos 14 milhões , o caso Carrillo e a saída conturbada de Marco Silva do Clube.
Como bons momentos, e eles são muitos, registam-se as renovações e as afirmações de jogadores chaves do Sporting como Adrien, William Carvalho, Rui Patrício e João Mário, a força da nossa formação no plantel principal, o acordo muito bom com a NOS, a aposta em Slimani mas também noutros jogadores e a devolução do orgulho sportinguista a todos nós.
O que não se poderia deixar de falar é no caso dos Vouchers do rival e na Auditoria interna que deu em processos a ex-dirigentes do nosso Clube mas Amorsporting , de seguida, sintetiza os pontos mais e ....menos:
SINAL +

-PAVILHÃO JOÃO ROCHA;
-HÓQUEI;
-CICLISMO;
-JORGE JESUS;
-RENOVAÇÕES;
-ACORDO COM A NOS;
-REESTRUTURAÇÃO;
-CONQUISTAS;
-MELHORES ASSISTÊNCIAS;
-SPORTING TV;
-EXPANSÃO DA MARCA;

SINAL -

-DOYEN;
-CARRILLO;
-CHAMPIONS;
-MARCO SILVA;

(a partir de aqui , na íntegra)
 O amor pelo Sporting aumenta de dia para dia e, com tanta coisa para fazer, o presidente leonino anuncia, através de A BOLA, a sua intenção de se recandidatar a liderança do clube. E dá os exemplos de Benfica e FC Porto, defendendo que a estabilidade dos rivais já lhes valeu muitas conquistas. Eis Bruno, direto e ambicioso.


A Bola: Qual o balanço que faz destes três anos de mandato? Lembrando os aspetos positivos e igualmente os que correram menos bem.
BdC: Balanços não são o meu forte porque dão a ideia de que nos satisfazemos com o que já foi feito, como se não houvesse mais para fazer. Quando se abraça um projeto como a presidência do Sporting Clube de Portugal, com a ambição de recuperar um clube que estava falido, competitivamente arredado das decisões e aparentemente condenado a pertencer ao passado, só há uma atitude possível: permanente inconformismo! Se faz muita questão de que faça um balanço destes três primeiros anos, ele aí está: permanente inconformismo!

-O que lhe falta conquistar, então?
-Não posso apenas referir um objetivo. Tenho, por conseguinte, que me focar em dois que já estão cada vez mais próximos devido ao trabalho que temos efetuado nos últimos três anos: ser campeão nacional de futebol e a dignificação e credibilização do futebol através da verdade desportiva.

-Tem-se envolvido em muitas lutas. Faz um balanço positivo das batalhas em que tem surgido?
-Eu não me envolvo em muitas lutas: eu não vim é a cara à luta! Esse é o perfil que, quem analise com honestidade a minha postura. sabe que adoto. Se são muitas? Pois… é sinal de que quem as convoca sabe que o adversário é forte e tem capacidade para as travar e, por norma, para as vencer. Digam-me uma dessas lutas, uma apenas, que tenha sido desencadeada por mim!?

-Tem desencadeado algumas…
-Agora dou-lhe alguns exemplos concretos de duras batalhas que foram sendo resolvidas: fundos, novas tecnologias, alterações na Liga, respeito conquistado nas instâncias do futebol nacional e internacional, recuperação da maior parte dos passes dos jogadores do nosso plantel, independência em relação à banca e recuperação económica do clube, trabalho muito profundo e regular em termos de propostas e alterações com a APAF e o Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol, voltar a colocar o Sporting Clube de Portugal como candidato real a conquista de títulos em todas as suas modalidades, nomeadamente no futebol…

-Falou permanente inconformismo e deixou a ideia de que ainda há muito trabalho a fazer. Está no seu horizonte uma recandidatura nas próximas eleições?
-Sim! O Sporting Clube de Portugal necessita de estabilidade: basta ver o que se passa noutros clubes com os quais competimos para perceber que a estabilidade abriu o caminho para as conquistas desportivas. O FC Porto tem o mesmo presidente há quase 34 anos, o Benfica há 12 anos. A estabilidade é fundamental e prescindir dela seria interromper o crescimento de um ciclo vitorioso que já se iniciou no Sporting Clube de Portugal.

-Envolve-se em muitas polémicas. Tem gosto pelo confronto ou tem essa forma de atuar apenas em defesa dos interesses do Sporting?
-Tenho uma característica que herdei e que me foi cultivada pelos meus pais: odeio a estupidez e a deslealdade. Confesso que perante as mesmas não consigo ser hipócrita e reajo de igual forma em relação ao sentimento que nutro pelas pessoas que as praticam. Para além disso não posso nunca, por profissionalismo e paixão, virar a cara a quem quer fazer mal ao Sporting e infelizmente são muitos os casos em que estavam habituados a usar e abusar deste clube ou mesmo a maltrata-lo sem que uma reação forte e imediata surgisse.

-Parece decidido…
Sou católico, mas não consigo dar a outra face. Aprendi e tenho orgulho em que quem não se sente não é filho de boa gente. Adoro viver em paz mas nunca fugirei a uma luta pelos princípios e valores que defendo e nos quais acredito.
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A ambição de recuperar um clube moribundo
Dirigente espera que, dentro de 10 anos, Sporting esteja a viver dias de glória

-São muitas as horas de trabalho por dia, que muitas vezes entram pela noite, são várias as propostas e os projetos. Mas, afinal, onde Bruno de Carvalho espera ver o Sporting daqui a 10 anos? A resposta sai pronta: 
-«Devolvido a sua vocação natural: a glória! O trabalho que estamos a desenvolver frutificou já, e muito, em três anos. Tivemos a ambição de recuperar um clube moribundo, mas não foi para lhe dar uma morte digna: foi para o devolver a vida!».

-Bruno de Carvalho não tem dúvidas de que o futuro do leão será risonho.
-«Muitos dos nossos objetivos vão dar resultados sólidos e consolidados no futuro: a expansão. os novos mercados, a apetência do mundo do futebol pelo know how da Academia que formou dois melhores jogadores do mundo. Tudo sinais muito auspiciosos em relação ao futuro que sabemos que temos a responsabilidade de estar a construir. E estamos!», realça.

-Em Portugal, acredita, o Sporting vai recuperar o tempo perdido e voltar a ver o seu nome no lugar do primeiro classificado: 
-«A nível nacional. em dez anos. teremos seguramente um Sporting Clube de Portugal ganhador de forma regular e consistente em todas as modalidades e nos títulos individuais. Este é o caminho para a conquista dos títulos europeus que tanto desejamos».

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 «É pior do que se imagina o que se joga fora das quatro linhas…»
Lamento de um dirigente que não esconde o orgulho de ver os adeptos de novo a sorrir


-O desafio não era fácil, mas Bruno de Carvalho aceitou-o: revelar o maior orgulho e a maior desilusão desde que assumiu a presidência do Sporting. E começou pela parte positiva. 
-«A nível do clube, o maior orgulho que é possível ter até agora é ter devolvido aos muitos milhões de sportinguistas em Portugal e no mundo, justamente, o orgulho de serem do Sporting. E sabe como? Entregando-lhes um clube com saúde financeira, um clube unido como nunca se viu, equipas e atletas que transportam para todos os campos. pavilhões, piscinas e pistas a ambição que faz parte do ADN do Sporting Clube de Portugal e que, daqui a um ano, acolherá de novo no seu Pavilhão João Rocha as modalidades que fazem deste clube a maior potência desportiva nacional». destaca.

-Mas o orgulho do responsável máximo leonino não se fica pelo trabalho desenvolvido em Alvalade. Na verdade, Bruno de Carvalho destaca o facto de ter lançado várias questões a escala europeia. 
-«Ao nível do mundo do futebol, em geral, o meu maior orgulho é o de assistir a mudanças profundas em relação às quais levantei a minha voz e dei o meu contributo, enquanto outros duvidavam ou resistiam. Foi o caso da proibição do TPO ou da utilização do vídeo-árbitro, por exemplo, e é bom relembrar que alguns que se riram na altura agora consideram o meu discurso politicamente certo», destaca.

-O rosto fica fechado quando chega a vez de falar no lado negativo, mais concretamente cm desilusões.Aqui, a resposta dá que pensar. 
-«A maior desilusão foi aperceber-me in loco, e é pior do que se possa imaginar, o quanto se joga fora das quatro linhas. E o que isso pesa», realça.

-Daí uma garantia: poderá tornar-se repetitivo ou até chato, mas desenganem-se aqueles que pensam que Bruno de Carvalho vai baixar a guarda em relação a situações que considere menos próprias. Aí, garante, vão mesmo ter de contar com ele. 
-«E por isso repetidamente já disse que me envergonho do mundo do futebol e que nunca me calarei na defesa da verdade desportiva e em prol da dignificação e credibilização para o futebol», garante, determinado.

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«Não abro frentes de batalha mas sim frentes de trabalho»
Presidente leonino e a relação nem sempre fácil com os vários organismos ligados ao futebol

-Abriu frentes de batalha com vários organismos do futebol português. Julga que esta guerra lhe trará benefícios futuros? Não teme represálias?
-Vou mostrar, caso a caso, como em vez de frentes de batalha deveria falar em frentes de trabalho. Na Liga, desde que chegámos que estamos em trabalho constante através das nossas propostas e dos grupos de trabalho de que fazemos parte. Foi assim com Mário Figueiredo, foi assim com Luís Duque. Nunca viramos as costas ao trabalho em prol do futebol por nos identificarmos ou não com o presidente da Liga. Esta é a grande diferença neste Sporting, estamos presentes, fazemos questão de estarmos presentes e somos pró-ativos. Neste momento, a Liga tem um presidente que foi apoiado pelo Sporting e fazemos parte da sua Direção.

-E com a Federação Portuguesa de Futebol (FPF)?
-Com a Federação temos feito um trabalho cada vez mais próximo e cada vez mais cooperante. A FPF, neste momento, prontificou-se para ser uma das federações que quer testar já o vídeo-árbitro. Porque quer trazer transparência para todo o setor da arbitragem. Porque quer modernizar-se. Este foi sempre o nosso intuito e neste momento as mudanças são evidentes e não temos dúvidas de que a nossa intervenção tem sido importante.

-E a relação com a Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol?
-Temos trabalhado em conjunto e desde o primeiro dia que a mesma se congratulou e apoiou as propostas do Sporting no que a arbitragem diz respeito. Sabemos distinguir as alterações necessárias ao processo de profissionalização e de formação, que são fundamentais para melhorar a qualidade da arbitragem portuguesa. Sabemos enfrentar as críticas e reagir às mudanças que todos nós acreditamos serem fundamentais. Após estas mudanças serem implementadas, não temos dúvidas de que a arbitragem terá uma forte evolução e de que tem a consciência total que o Sporting Clube de Portugal tem sido um elemento muito importante para que as mesmas tivessem começado a ser discutidas e implementadas.

-Há ainda o Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol…
-Também aqui temos, desde o primeiro dia, promovido e participado em diversas reuniões de trabalho conjunto e congratulamo-nos com o facto de detetarmos uma sintonia e identificação com as propostas do clube. E é bom não esquecer que, ainda a 15 de fevereiro, o Sporting Clube de Portugal abriu as suas portas ao primeiro evento da iniciativa, “Em campo jogamos o mesmo jogo” , feita com o Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol, a APAF e a Associaçào Nacional dos Treinadores de Futebol.

-Mas a verdade é que tem sido um duro crítico em relação a algumas arbitragens. Pensa que o Sporting tem sido prejudicado?
-Fui o primeiro dirigente que, nos últimos anos, apresentou de forma concreta propostas para dignificar a classe dos árbitros. Tenho tido uma preocupação constante, quer nas reuniões de trabalho com a APAF quer a nível público; de relembrar que para além do estatuto de homem, e com toda a sua dimensão familiar, também a relação profissão/prestígio deve ser salvaguardada. Não aceito, para mim nem para ninguém, a desculpa de algo recorrendo aos erros próprios da condição de seres humanos. Temos de querer sempre mais, ser exigentes connosco e com os outros. E, no caso da arbitragem, de exigir meios tecnológicos que devolvam o prestigio à classe com a fundamental ajuda que promovem e ainda de exigir a transparência de processos como, por exemplo, nomeação de árbitros, nomeação de observadores, critérios de classificação, notas… É vital para a sua dignificação e credibilização.

-Acredita que está a ser ouvido?
-Cada vez mais isso é entendido pela classe e por todos os apaixonados pelo futebol. É inegável que existem equipas que são mais prejudicadas com erros grosseiros. Infelizmente nos últimos anos é factual que a nossa equipa, das três grandes, é de longe amais prejudicada. É fundamental alertar para isto. Para que aconteça o que neste momento está a acontecer: vai ser mudada de forma radical a politica inerente a arbitragem e o vídeo-árbitro vai iniciar os seus testes no terreno. Ser crítico é uma forma de se contribuir para alterar. Não sou, nunca serei, hipócrita. Temos sido frontais e diretos, com factos, nas críticas, mas temos o orgulho de, com a mesmas, estarmos a contribuir para as alterações a que me referi que vão, inevitavelmente, contribuir para uma melhoria tremenda na arbitragem e, consequentemente, na sua dignificação e credibilização.

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«Jorge Jesus? Ganhar ou não nada coloca em causa”
Diz que é o treinador certo para recolocar os leões na luta por títulos, com regularidade


-A contratação de Jorge Jesus deu, na verdade, muito que falar. Foi a maior vitória do seu mandato?
-Seria completamente descabido reduzir o melhor treinador da nossa Liga e um dos mais cotados do Mundo a um troféu. Jorge Jesus, já o tenho dito, é a pessoa que encontrei neste mundo do futebol com maiores afinidades comigo em termos de hábitos de trabalho, de cultura de exigência e de ambição ganhadora.

-Se não for campeão, o treinador continuará em Alvalade?
-Jorge Jesus devolveu a alma à nossa equipa de futebol. devolveu a mística vencedora aos nossos atletas e a todos os que envolvem o futebol. Este treinador tem sido um fator determinante e diferenciador para atingir os objetivos a que nos propusemos. Este é o treinador que queremos para nos acompanhar neste processo de solidificação e crescimento que nos fará ser campeões de forma regular. O ganhar ou não ganhar numa época não coloca nada em causa. Ficaremos sempre mais fortes neste novo ciclo no futebol português onde, claramente, o Sporting tem e terá uma palavra a dizer.

-Quando assumiu a presidência quanto tempo definiu para conquistar o título de campeão nacional de futebol? Está convicto de que será esta época?
-Assumi claramente, desde o primeiro dia, independentemente do estado caótico do clube, que o Sporting tinha de ser sempre um real candidato ao título. Na primeira época ficámos em segundo lugar. Na segunda época ficámos em terceiro e conquistamos uma Taça de Portugal. Nesta terceira época já conquistamos uma Supertaça e estamos na luta nesta reta final. O objetivo é claro: iniciar um conjunto de títulos neste mandato, criando as condições necessárias para que essas conquistas deixem de ser esporádicas e passem a ser regulares.

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«Adeptos reveem-se no presidente»
«O ser real, o ser genuíno, o ser frontal, o ser apaixonado é absolutamente vital para o sucesso no desempenho de funções», diz Bruno de Carvalho


-Julga que mudou a forma como os adeptos do Sporting olham para o seu presidente?
-Na verdade o que mudou foi a forma como os adeptos do Sporting olham para o seu clube e o facto de, agora, se reverem no seu presidente. E reveem-se no perfil, nos princípios, nos valores. nos objetivos, na defesa intransigente do clube, na eficiência e na eficácia. Mas não se julgue com isto que é o Sporting que tem o ADN de Bruno de Carvalho! O Bruno de Carvalho é que teve a sorte de os seus pais e avós lhe terem passado o ADN do grande Sporting!

-Como classifica o facto de muitos o considerarem um presidente – adepto?
-Vejamos: é estatutário que um candidato a presidente seja sócio do seu clube, desejavelmente que seja mesmo apenas do seu clube. É de elementar bom senso ser, antes de sócio, um adepto apaixonado pelo seu clube. Ninguém deve alterar a sua personalidade e caráter pelo poder que advém das funções que desempenha. O ser real, o ser genuíno, o ser frontal, o ser apaixonado é absolutamente vital para o sucesso no desempenho de funções, nomeadamente para quem queira ser presidente de um clube. Tenho muito orgulho em, como presidente, ser o adepto número 1. É esta postura e genuinidade que fez voltar o orgulho dos sportinguistas e que faz, igualmente, que se revejam no seu presidente. Nesta nova era do futebol, que de forma abrupta, como em todas as importantes mudanças na História sucedeu, é bom verificar as primeiras palavras do novo presidente da FIFA, Gianni infantino, pessoa com quem por várias vezes e durante largas horas falei do Sporting e das suas propostas para o futebol, terem sido «o Futebol necessita de presidentes-adeptos».

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