terça-feira, 17 de novembro de 2015

Octávio:"Onde está a nota do árbitro do Benfica-Estoril?"


Octávio Machado falou ontem á noite á SIC Noticias e comentou o que pensa ser coação sobre os árbitros.
-"O Sporting não quer que se crie a falsa imagem de que coage os árbitros. Apareceu na comunicação social a nota do Cosme Machado (2.4 em 5, no jogo Arouca-Sporting). É uma falta de respeito pelos árbitros e uma pirataria que deveria ser investigada. O Cosme Machado teve nota negativa porque não marcou um penálti contra o Sporting. Isto é coação e tem de ser denunciado. É dizer aos árbitros: se não marcarem um penálti contra o Sporting, levam a sério."
-"A nota de Tiago Martins ninguém viu. Ninguém sabe, mas foi premiado como 4.º árbitro de Manuel Oliveira, em Alvalade, no jogo com o P. Ferreira."
Tiago Martins foi o árbitro do Benfica-Estoril em que não marcou em 1º lugar uma mão de Luisão dentro da área que daria uma penalidade ......mas isso não interessa!!!!!!!!
Depois defendeu JJ e comentou o caso Carrillo:
-"O Jesus tem sido vítima de ‘bullying’. OJesus era um homem sem defeitos. Agora, tem todos os defeitos e até pressiona árbitros. Há gente que se deita a pensar no Jesus e acorda a pensar no Jesus. Dá a sensação de que isto é um caso passional..."
-"O Carrillo teve todas as condições para ficar em Alvalade". 
-"O Sporting fez tudo para que o Carrillo ficasse no clube. O Carrillo só não aceitou a solução que lhe agradava porque o empresário não deixou"
No final referiu-se á Liga dos Campeões:
- "O Sporting foi roubado!"
Grande Octávio. Saiu quando teve que sair para defender o nosso Sporting e para mostrar que estamos atentos ao que se passa.
Pressionam tanto os árbitros dizendo que não marcam nada e que somos favorecidos que é para ver se conseguem arranjar mais qualquer coisa para este fim-de-semana. Isto si, e como diz Octávio, é "coação."

1 comentário :

  1. São estes procedimentos discriminatórios que revelam os comportamentos "mafiosos" que vigoram no futebol português e que retiram toda a credibilidade a um desporto que virou negócio. Seria necessário uma "barrela", a começar na FPF e a terminar nos fundos e nos empresários monopolistas que desvirtuam a competição, a transparências das situações e a credibilidade necessária a um "negócio" que seja aceitável para a maioria das pessoas de bom senso. Até os critérios de um selecionador que julgava credível me estão a afetar na minha crença pela seleção portuguesa.

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